Sexta-feira, 06 de Novembro de 2009

António Vieira (Lisboa, 6 de fevereiro de 1608Bahia, 18 de Julho de 1697) foi um religioso, escritor e orador português da Companhia de Jesus. Um dos mais influentes personagens do século XVII em termos de política, destacou-se como missionário em terras brasileiras. Nesta qualidade, defendeu infatigavelmente os direitos humanos dos povos indígenas combatendo a sua exploração e escravização. Era por eles chamado de "Paiaçu" (Grande Padre/Pai, em tupi).

António Vieira defendeu também os judeus, a abolição da distinção entre cristãos-novos (judeus convertidos, perseguidos à época pela Inquisição) e cristãos-velhos (os católicos tradicionais), e a abolição da escravatura. Criticou ainda severamente os sacerdotes da sua época e a própria Inquisição.

Na literatura, seus sermões possuem considerável importância no barroco brasileiro e português. As universidades frequentemente exigem sua leitura.

 


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publicado por danielapedrix às 15:45
Quarta-feira, 21 de Outubro de 2009

O Sermão de Santo António aos Peixes foi proferido na cidade de São Luís do Maranhão em 1654, na sequência de uma disputa com os colonos portugueses no Brasil.

O Sermão de Santo António aos Peixes constitui um documento da surpreendente imaginação, habilidade oratória e poder satírico do Pe. António Vieira, que toma vários peixes (o roncador, o pegador, o voador e o polvo) como símbolos dos vícios daqueles colonos.

Com uma construção literária e argumentativa notável, o sermão louvar algumas virtudes humanas e, principalmente, censurar com severidade os vícios dos colonos. Este sermão (alegórico) foi pregado três dias antes de Padre António Vieira embarcar ocultamente (a furto) para Portugal, para obter uma legislação justa para os índios.

Todo o sermão é uma alegoria, porque os peixes são a personificação dos homens.


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publicado por danielapedrix às 16:26
Terça-feira, 03 de Março de 2009

 

Poetisa e professora brasileira, nasceu no Rio de Janeiro a 7 de Novembro de 1901 e faleceu a 9 de Novembro de 1964. Formada pelo Instituto de Educação, em 1917, ao mesmo tempo que estudava línguas e frequentava o Conservatório Nacional de Música, publicou, apenas com 18 anos, o seu primeiro livro de poesia, intitulado Espectros. Desde então e até 1927, fez parte do grupo de escritores católicos que, colaborando nas revistas Árvore Nova, Terra de Sol e Festa, formaram a corrente espiritualista, corrente esta que a autora trocaria mais tarde pelo movimento neo-simbolista, tendência bem evidenciada nos livros que escreveu em 1923 (Nunca Mais... o Poema dos Poemas) e em 1925 (Balada para El-Rei).
De 1930 a 1934, dirigiu a página dedicada à educação no Diário de Notícias, fundando, neste último ano, uma das primeiras bibliotecas infantis do Brasil, no Rio de Janeiro. De ascendência portuguesa, Cecília Meireles visitou Portugal, facto que inspirou o seu segundo livro, Viagem (que recebeu o primeiro Prémio da Academia Brasileira de Letras em 1938).
De regresso ao Brasil, leccionou Literatura Luso-Brasileira e, até 1938, foi responsável pela disciplina de Técnica e Crítica Literária na Universidade do então distrito federal. Em 1940, ensinou Literatura e Cultura Brasileiras na Universidade do Texas. Mais tarde, viajou por muitos outros países, fazendo conferências, ministrando cursos e tomando contacto com a cultura de países pelos quais se sentia atraída, tais como o México, a Índia e, principalmente, Portugal.
Além de se ter dedicado à literatura e ao ensino, a autora interessou-se também pelo folclore, tendo, em 1951, secretariado o I Congresso Nacional de Folclore e publicado, em 1955, a obra Panorama Folclórico dos Açores, especialmente sobre a Ilha de S. Miguel. Por outro lado, a pesquisa histórica levou-a a escrever, em 1953, Romanceiro da Inconfidência.
Sendo sócia honorária do Gabinete Português de Leitura, no Rio de Janeiro, e do Instituto Vasco da Gama, em Goa, foi condecorada com o grau de Oficial da Ordem de Mérito do Chile e com o título Doutor Honoris Causa pela Universidade de Nova Deli, Índia.
A obra de Cecília Meireles ocupa um lugar muito particular na literatura brasileira contemporânea por não se inscrever em qualquer escola literária. Na sua poesia, distinguem-se claramente três temas fundamentais: o oceano, o espaço e a solidão. De toda a sua vasta obra, destacam-se: Vaga Música (1942), Mar Absoluto (1945), Retrato Natural (1949), Canções (1956), Metal Rosicler (1960) e Solombra (1963).

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publicado por danielapedrix às 19:44
Quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2009

"A Filha dos Mundos" fala de Ailura, uma menina de 11 anos que vive no seu mundo de fantasia contado pelo seu pai, no qual existem todas as criaturas de um conto, as fadas, os elfos, os duendes, gnomos e muito mais. Ailura era uma criança feliz! Mas do nada o seu pai desaparece. A mãe de Ailura tenta criá-la o melhor que sabe, mas acaba por tirar toda a fantasia e imaginação da sua vida. Alguns anos mais tarde, Ailura é uma mulher bem sucedida que tem tudo o que quer da vida mas sente um enorme vazio. Então vê-se deparada com a hipótese de o seu pai ter sido o Rei das Terras da Luz. É lá que reside o Povo da Luz, que vê em Ailura uma maneira de acabar com o mal que os vem a assombrar faz milhares de anos. Esse mal chama-se Morgriff e é ele o feiticeiro que matou o seu pai que tentava proteger as Terras da Luz em mais um dos seus ataques, que apenas quer para seu poder o Ceptro de Aerzis para assim ser implacável, que se encontra nas mãos de Ailura. É um livro de descoberta, fantasia, amor, aventura e muito mais.


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publicado por danielapedrix às 19:22
Sexta-feira, 02 de Janeiro de 2009
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publicado por danielapedrix às 14:59
Aqui vao encontrar os trabalhos que realizei e que mais gostei. São trabalhos que lhe vão despertar a curiosidade de saber mais de algo. Projecto BlogsN-Escola EB23 de Nevogilde
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