Domingo, 10 de Janeiro de 2010

Onde se vive atualmente melhor, nas cidades ou nas aldeias? Sabemos que existe uma tendencia actual em Portugal de exodo rural, embora ja não tão acentuada como antigamente, e começa tambem a haver um pouco o exodo urbano ( tendencia que existe efectivamente em alguns paises)!
vantagens e desvantagens dos dois modos de vida:

RURAL:
Vantagens:
-Paisagens menos tocadas pela mão humana
-sentido de comunidade mais alargado ( convivencia mais pessoal com vizinhos etc)
-menos stress
-mais saude ( derivado de um controlo mais pessoal da alimentação, e de um ar efectivamente menos poluido)
-terreno mais barato ( o que permite um espaço pessoal maior, e mais luxos)

Desvantagens:
-deslocaçao à cidade mais demorada, ou a povoação mais proxima para necessidades do dia a dia, compras etc..
-meios pequenos propiciam menos privacidade pois as pessoas apoiam-se nas poucos semelhantes que tem por perto ( excluindo se uma pessoa quiser fazer um condominio fechado no meio da aldeia)
-falta de meios de culturais
-falta de outras formas de lazer
-vizinhança que possivel menos contacto que infinitamente mais complexa realidade urbana
-se se contraiar algumas destas desvantagens a aldeia passa a cidade.
CIDADE:
Vantagens:
-Oferta de bens de consumo
-vida cultural ( concertos, museus etc)
-outros eventos que necessitam de um grande mercado para se realizarem
-proximidade a grandes eixos/vias de comunicação ( aeroportos , portos, caminhos de fgerro etc)
-oferta de lazer
-proximidade de postos de venda, e de serviços burocraticos
-oferta de habitação muito mais variada
-maior comunicação com o mundo exterior
-desenvolvimento economico

Desvantagens:
-Stress
-transito
-criminalidade
-grande fosso entre a população rica e pobre
-poluição
-impessoalidade, e menor sentido de comunidade
-automatismos, e dia a dia excessivamente mecanizado, tornado os seres humanos menos humanos!

Agora podem apresentar mais vantagens e desvantagens criticar estas, e escolher onde existe maior qualidade de vida.
Provavelmente é nas cidades de pequena e media dimensão!
No entanto eu acho que uma cidade grande bem planeada consegue dar muita qualidade de vida aos seu cidadãos.


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publicado por danielapedrix às 14:37
Quarta-feira, 06 de Janeiro de 2010


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publicado por danielapedrix às 21:00
Quarta-feira, 06 de Janeiro de 2010
Na sociedade em que estamos faz sentido o vício do tabaco? Olha-mos em nosso redor e o que vemos são pessoas cultas com um cigarro na boca! Será que estas pessoas têm noção do seu acto? E das suas consequências? Fumar mata! Esta cientificamente provado que uma pessoa que fume 15 cigarros por dia, perde em média 5 anos de vida. Vale a pena o prazer de fumar se depois se depois temos menos 5 anos de vida para gozar? Fumar envelhece. Envelhece as células do organismo pela diminuição do aporte de oxigénio no sangue (5% menos) e consequente aumento de radicais livres. Então a ciência sempre a evoluir com novas cirurgias, etc.. Para parecer-mos mais jovens e vamos fumar para envelhecer? Parece-me contraditório. Numa era em que só ouvimos os meios de comunicação social falarem de crise, faz sentido gastar-se dinheiro em tabaco? Todas estas ideias parecem contraditórias e absurdas. Num mundo de globalização, onde todos os dias somos bombardeados com tanta informação sobre tudo, onde temos gente tão culta. Onde tudo esta a distancia de um clique. Basta ir a internet para ter-mos acesso a imensas informações sobre as consequências negativas do tabaco. Assim sendo apenas fuma, quem não tiver a capacidade de saber distinguir o que faz bem do que faz mal. “Fumar é, antes de tudo, fazer mal a si mesmo e aos mais próximos”. Tu vais coontinuar?

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publicado por danielapedrix às 20:59
Terça-feira, 05 de Janeiro de 2010

Pela primeira vez na História da expansão européia, uma colônia tornava-se independente dos países meio por um ato revolucionário. E fazia-o não só proclamando ao mundo, no documento histórico aprovado no 4 de Julho, o direito à independência e à livre escolha de cada povo e de cada pessoa ("o direito à vida, à liberdade e à procura da felicidade" são definidos como inalienáveis e de origem divina), mas ainda construindo uma federação de estados dotados de uma grande autonomia e aprovando uma constituição política (a primeira da História mundial) onde se consignavam os direitos individuais dos cidadãos, se definiam os limites dos poderes dos diversos estados e do governo federal, e se estabelecia um sistema de equilíbrio entre os poderes legislativo, judiciário e executivo de modo a impedir a supremacia de qualquer deles, além de outras disposições inovadoras. O sucesso norte-americano foi descrito como tendo influenciado a Revolução Francesa (1789) e as subseqüentes revoluções na Europa e América do Sul. Os pensamentos iluministas influenciaram no novo governo americano.


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publicado por danielapedrix às 19:20
Terça-feira, 05 de Janeiro de 2010
A Guerra da Revolução Americana ou ainda Revolução Americana de 1776, teve suas raízes com a assinatura do Tratado de Paris que em 1763 acabou por finalizar a Guerra dos Sete Anos. Ao final do conflito, o território do Canadá foi incorporado pela Inglaterra. Neste contexto, as treze colônias representadas por Massachusetts, Rhode Island, Connecticut, New Hampshire, Nova Jersey, Nova York, Pensilvânia, Delaware, Virgínia, Maryland, Carolina do Norte, Carolina do Sul e Geórgia começaram a ter seguidos e crescentes conflitos com a metrópole, pois devido aos enormes gastos com a guerra, a Metrópole inicia uma maior exploração sobre essas áreas, constituiu-se de batalhas desfechadas contra o domínio inglês, durante a Revolução Americana de 1776. Movimento de ampla base popular, teve como principal motor a burguesia colonial e levou à independência das Treze Colônias - os Estados Unidos da América - (proclamada em 4 de Julho de 1776), o primeiro país a dotar-se de uma constituição política escrita. Thomas Jefferson.As ações militares entre ingleses e os colonos americanos começam em março de 1775. No decorrer do conflito (Lexington, Concord e batalha de Bunker Hill), os representantes das colônias reuniram-se no segundo Congresso da Filadélfia (1775) e Thomas Jefferson, democrata de idéias avançadas, redigiu a Declaração da Independência dos Estados Unidos da América, promulgada em 4 de Julho de 1776, dando um passo irreversível. Procede à constituição de um exército, cujo comando é confiado ao fazendeiro George Washington. Os ingleses, lutando a 5.500 km de casa, enfrentaram problemas de carência de provisões, comando desunido, comunicação lenta, população hostil e falta de experiência em combater táticas de guerrilha. A Aliança Francesa (1778) mudou a natureza da guerra, apesar de ter dado uma ajuda apenas modesta; a Inglaterra, a partir de então, passou a se concentrar nas disputas por territórios na Europa e nas Índias Ocidentais e Orientais. Os colonos tinham força de vontade, mas interesses divergentes e falta de organização. Das colônias do Sul, só a Virgínia agia com decisão. Os canadenses permaneceram fiéis à Inglaterra. Os voluntários do exército, alistados por um ano, volta e meia abandonavam a luta para cuidar de seus afazeres. Os oficiais, geralmente estrangeiros, não estavam envolvidos no conflito. O curso da guerra pode ser dividido em duas fases a partir de 1778. A primeira fase, ao norte, assistiu à captura de Nova York pelos ingleses (1776), além da campanha no vale do Hudson para isolar a Nova Inglaterra, que culminou na derrota em Saratoga (1777), e a captura da Filadélfia (1777) depois da vitória de Brandywine.

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publicado por danielapedrix às 19:18
Segunda-feira, 04 de Janeiro de 2010

 

A organização ambientalista Quercus considerou hoje, sábado, que o Acordo de Copenhaga, que foi "registado" ou "tomado nota" e não "adoptado" pelos órgãos da Cimeira, constitui "um fracasso".

"Apesar da Cimeira estar agora oficialmente terminada, o Acordo de Copenhaga foi 'apenas registado' ou 'tomado nota' e não 'adoptado' pelos órgãos da Cimeira e suscita ainda dúvidas sobre o seu valor e enquadramento. Para tal necessitaria do consenso do plenário, com o voto favorável de todos os países, o que não aconteceu. Assim, o acordo, além de representar um fracasso na opinião da Quercus é um documento ainda mais fragilizado", considera em comunicado.

Segundo a direcção nacional da Quercus, "nem o símbolo da Convenção das Nações Unidas deverá vir a estar presente no texto final que, mesmo depois de terminada a Cimeira, ainda recebe algumas correcções".  

Reiterando que o "frustrante acordo" "é uma falsa partida com muitos culpados", a Quercus responsabiliza os EUA, que "não querem assumir por agora metas de emissões ambiciosas e vinculativas" e a China, que "se recusou a ver acompanhado internacionalmente o seu esforço de redução de emissões".  

Entre os "muitos culpados", a organização identifica também o Canadá, "por trazer uma posição muito fraca para Copenhaga e sem intenção de a melhorar", e o Brasil, por pretender "uma abertura a projectos inadequados no mecanismo de desenvolvimento limpo e que participou activamente com os Estados Unidos na elaboração do famigerado acordo".  

Para a Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza, "é fundamental que a União Europeia se comprometa unilateralmente com uma redução de 20 para 40 por cento das suas emissões de gases com efeito de estufa entre 1990 e 2020".  

"Portugal tem também desafios pela frente e deve tomar medidas internas mais coerentes, na área do ordenamento do território, promovendo os transportes colectivos, na área da conservação de energia e eficiência energética, a par das energias renováveis mais sustentáveis, preparando-se para uma verdadeira revolução energética ao longo da próxima década, também aqui citada em Copenhaga pelo Primeiro-Ministro e que a Quercus tem reivindicado", sustenta ainda.  

A conferência das Nações Unidas sobre as alterações climáticas decidiu hoje, sábado, "tomar nota" do acordo alcançado na sexta-feira por três dezenas de países, tornando-o assim operacional.  

O acordo, apresentado este sábado aos 193 países membros da Convenção sobre o Clima da ONU, é um documento de apenas três páginas que fixa como objectivo limitar o aquecimento planetário a dois graus em relação aos níveis pré-industriais.  

Prevê também um montante de 30 mil milhões de dólares a curto prazo (para 2010, 2011 e 2012), depois um aumento até 100 mil milhões de dólares até 2020, destinado aos países mais vulneráveis para os ajudar a adaptar-se aos impactos do desregulamento climático. 

 

 


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publicado por danielapedrix às 21:28
Domingo, 03 de Janeiro de 2010
A Vida de uma pessoa que fuma 15 cigarros por dia é reduzida, em média, 5 anos. Uma pessoa que fuma um maço de cigarros por dia tem probabilidade 20 vezes maior de desenvolver câncer de pulmão do que uma pessoa que não fuma. Uma pessoa que fuma tem o dobro de chance de vir a ter doenças cardiovasculares do que uma pessoa que não fuma. Para as grávidas que fumam (tirado da Revista Veja de 14/07/99, pág. 33): "O tabaco pode apresentar uma ameaça à adolescência das crianças. Entre os meninos quadruplicam os riscos de distúrbios de comportamento. E entre as meninas cresce cinco vezes a propensão à dependência de drogas." Uma pessoa que fuma tem 20 vezes mais chances de desenvolver bronquite crônica (os brônquios secretam excesso de muco e os cílios responsáveis pela eliminação desse muco passam a funcionar mal; o muco fica assim acumulado nos brônquios e bronquíolos, que inflamam, e a pessoa passa a tossir muito e a ter dificuldade em respirar) e enfisema pulmonar (rompimento dos alvéolos, com redução da área para as trocas gasosas) do que uma pessoa que não fuma. O fumante tem 7 vezes mais chances de desenvolver úlceras e câncer de estômago que os não-fumantes. Envelhecimento precoce de todas as células do organismo pela diminuição do aporte de oxigênio no sangue (5% menos) e consequente aumento de radicais livres, bem como diminuição do tempo de vida. Fumar na gravidez representa perigo para o feto: há o dobro de risco de aborto, de nascimentos prematuros e de morte de fetos; quando isso não ocorre, o bebê de uma gestante fumante terá menor peso no nascimento. Os fumantes obrigam os não-fumantes a fumar, pois os não-fumantes confinados em ambientes fechados, como carros, escritórios, salas de espera, bares, restaurantes e outros, são afetados pela fumaça do cigarro dos fumantes; respirando passivamente essa fumaça, os não-fumantes podem, ao longo do tempo, desenvolver os mesmos problemas circulatórios e respiratórios que os fumantes. Filhos de pais fumantes, por exemplo, têm o dobro de chance de contrair pneumonia ou bronquite no primeiro ano de vida. Aparecimento de asma, gripes constantes com recuperação lenta. O fumante perde o folego aos menores esforços, com tosses freqüentes, pigarro ou catarro constantes. Agravamento de doenças como hipertensão, diabetes, colesterol alto, cardiopatias, doenças vasculares - derrames (principalmente em associação à pílula anticoncepcional-AVC) e doenças pulmonares. O alcatrão, assim como algumas das centenas de substâncias catalogadas contidas na fumaça do cigarro, são considerados de grande potencial cancerígeno, sendo responsável pela maior incidência de câncer de pulmão, boca, laringe, esôfago, estômago, próstata, bexiga, cólon e outros órgãos. Maiores riscos e maior dificuldade na recuperação após intervenções cirúrgicas. Pele do rosto acinzentada, dentes escuros e dedos da mão amarelados. Suspeita-se que algumas das mais de 4.000 substâncias presentes na fumaça do cigarro possam causar alterações genéticas. No homem, maior tendência à impotência sexual, principalmente em associação a outros fatores de riscos como stress, hipertensão, diabetes, doenças cardiovasculares, etc. Diminuição da mobilidade dos espermatozóides, aumentando a possibilidade de infertilidade masculina. Dependência física e psíquica de uma substância, que nem sempre encontra-se à mão, além do número cada vez menor de locais públicos onde é permitido fumar. Dificuldade de convivência com outras pessoas ou parceiros que não fumam, além da transformação de seus filhos em fumantes passivos indefesos, sem considerar o mau exemplo. Má aceitação social por parte de número cada vez crescente de amigos que não fumam ou que deixaram de fumar, e o consideram uma pessoa displicente com sua própria saúde, sem força de vontade e, pior ainda, egoísta por impor-lhes sua poluição particular. Mau hálito e impregnação de roupas, cabelo, objetos e ambiente doméstico pelo cheiro do cigarro. Maior dificuldade de emprego, visto a tendência atual de preferência a não fumantes. Aumento dos gastos mensais com pacotes de cigarro, medicamentos para tratar as doenças relacionadas ao tabagismo e custos mais altos das apólices de seguro de vida e de saúde para fumantes.

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publicado por danielapedrix às 14:29
Sábado, 02 de Janeiro de 2010

  •  

  • Ficou conhecido como Fibonacci, devido ao facto de Fibonacci ser um diminutivo de fillius Bonacci, que queria provavelmente dizer filho de Bonacci.

  • Nasceu em Pisa (Itália) por volta de 1175.

  • Desde muito jovem Leonardo visitou o Oriente e o Norte de África, onde o sistema de numeração hindu era já largamente usado.

O seu nome completo era Leonardo de Pisa.

fotofib1.jpg (13558 bytes)

  • Ao longo das suas viagens conheceu a obra de al-Khwarismi e assimilou numerosas informações aritméticas e algébricas que compilou no seu primeiro livro " Liber Abacci" (o livro dos ábacos), que teve uma enorme influência para a introdução na Europa do sistema de numeração hindu-Árabe.

  • Foi neste livro que Fibonacci introduziu o conceito dos números de Fibonacci e da sucessão de Fibonacci, tema do nosso trabalho.
  • Escreveu depois " Pratica Geometriae " onde analogamente descreve as suas recolhas sobre Geometria e Trigonometria.
  • Mas Fibonacci não foi apenas um compilador, pois estes livros contêm muitos exemplos não encontrados em documentos árabes.
  • Difundiu nos seus livros, os saberes matemáticos de origem indiana e árabe e estudou as operações elementares, assim como os números naturais, a decomposição de números em factores primos, as fracções e as equações entre outros.
  • Mas a concepção que Fibonacci apresentou no seu livro "Liber abacci" conhecido agora como os números de Fibonacci foi o que  mais o popularizou entre os outros matemáticos da sua época.
  • Pensa-se que Fibonacci terá morrido em 1250 em Pisa.

 

CURIOSIDADES SOBRE FIBONACCI

 

SOBRE OS NOMES DE FIBONACCI:

Fibonacci pronuncia-se: Fib-on-arch-ee ou fee-bur-narch-ee.

Provavelmente, é mais correcto chamar-lhe Leonardo Pisano, ou seja, Leonardo de Pisa.

Ocasionalmente, ele também assinava como Leonardo Bigollo (na Toscania, Bigollo significava viajante).

Os autores modernos falam dele como Fibonacci, mas olhando para livros antigos podemos ver as variações apresentadas àcerca do seu nome.ONDE SE ENCONTRA FIBONACCI?

 

 

FIBSTATUE.GIF (39074 bytes) Fibonacci foi enterrado num cemitério em Pisa, perto da Catedral desta cidade. Ao fundo desse cemitério, encontra-se uma estátua de Fibonacci.

pisamap.gif (2037 bytes)

Para saber mais sobre Pisa clique na figura

 

 

OBRAS DE FIBONACCI:

Fibonacci escreveu cinco obras: quatro livros e uma que foi preservada como carta.

Os quatro livros de Fibonacci:

 

openbook.gif (180 bytes)Liber abacci: 1202.

Foi revisto em 1228. Foi neste livro que Fibonacci falou pela primeira vez do problema dos coelhos.

 

 

Para ficar a saber mais:

http://www.mcs.surrey.ac.uk/Personal/R.Knott/Fibonacci/fibBio.html

http://www.lmc.fc.ul.pt/~marcial/trabalho/histmat.htm

                                       

openbook.gif (180 bytes)Practica geometriae: 1220.

                Este é um livro sobre geometria.

 

openbook.gif (180 bytes)Flos: 1225.

 

openbook.gif (180 bytes)Liber quadratorum: 1225.

                É o maior livro que Fibonacci escreveu.


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publicado por danielapedrix às 11:56
Aqui vao encontrar os trabalhos que realizei e que mais gostei. São trabalhos que lhe vão despertar a curiosidade de saber mais de algo. Projecto BlogsN-Escola EB23 de Nevogilde
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