Terça-feira, 10 de Novembro de 2009

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publicado por danielapedrix às 19:16
Segunda-feira, 09 de Novembro de 2009


reprodução

 
O Portão de Brandeburgo atrás do muro
 

 
Durante 28 anos, de 1961 a 1989, a população de Berlim, ex-capital do Reich alemão, com mais de três milhões de pessoas, padeceu uma experiência ímpar na história moderna: viu a cidade ser dividida por um imenso muro. Situação de verdadeira esquizofrenia geopolítica que cortou-a em duas partes, cada uma delas governada por regimes politicos ideologicamente inimigos. Abominação provocada pela guerra fria, a grosseira parede foi durante aqueles anos todos o símbolo da rivalidade entre Leste e Oeste, e, também, um atestado do fracasso do socialismo real em manter-se como um sistema atraente para a maioria da população alemã.

 

 


reprodução

 
Soldado trabalha na contrução do muro
 

 

Na manhã bem cedo do dia 13 de agosto de 1961, a população de Berlim, próxima à linha que separava a cidade em duas partes, foi despertada por barulhos estranhos, exagerados. Ao abrirem suas janelas, depararam-se com um inusitado movimento nas ruas a sua frente. Vários Vopos, os milicianos da RDA (República Democrática da Alemanha), a Alemanha comunista, com seus uniformes verde-ruço, acompanhados por patrulhas armadas, estendiam de um poste a outro um interminável arame farpado que alongou-se, nos meses seguintes, por 37 quilômetros adentro da zona residencial da cidade. Enquanto isso, atrás deles, trabalhadores desembarcavam dos caminhões descarregando tijolos, blocos de concreto e sacos de cimento. Ao tempo em que algum deles feriam o duro solo com picaretas e britadeiras, outros começavam a preparar a argamassa. Assim, do nada, começou a brotar um muro, o pavoroso Mauer, como o chamavam os alemães.

"Terrível! Esta fronteira de pedra ergue-se... ofende/ os que desejam ir para onde lhes aprouver/ não para um túmulo de massa/ um povo de pensadores."

 

Volker Braun, 1965

As Primeiras Pedras

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publicado por danielapedrix às 17:49
Sexta-feira, 06 de Novembro de 2009

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publicado por danielapedrix às 15:50
Sexta-feira, 06 de Novembro de 2009

António Vieira (Lisboa, 6 de fevereiro de 1608Bahia, 18 de Julho de 1697) foi um religioso, escritor e orador português da Companhia de Jesus. Um dos mais influentes personagens do século XVII em termos de política, destacou-se como missionário em terras brasileiras. Nesta qualidade, defendeu infatigavelmente os direitos humanos dos povos indígenas combatendo a sua exploração e escravização. Era por eles chamado de "Paiaçu" (Grande Padre/Pai, em tupi).

António Vieira defendeu também os judeus, a abolição da distinção entre cristãos-novos (judeus convertidos, perseguidos à época pela Inquisição) e cristãos-velhos (os católicos tradicionais), e a abolição da escravatura. Criticou ainda severamente os sacerdotes da sua época e a própria Inquisição.

Na literatura, seus sermões possuem considerável importância no barroco brasileiro e português. As universidades frequentemente exigem sua leitura.

 


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publicado por danielapedrix às 15:45
Quinta-feira, 05 de Novembro de 2009

vejo tudo aqui:

http://www.youtube.com/v/DpEIDJQVb_A&hl=pt-br&fs=1&"></param><param

 


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publicado por danielapedrix às 17:45
Quinta-feira, 05 de Novembro de 2009


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publicado por danielapedrix às 16:01
Quinta-feira, 05 de Novembro de 2009

D.João V  foi quem implementou o absolutismo em Portugal. 


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publicado por danielapedrix às 15:55
Terça-feira, 03 de Novembro de 2009

Quando um argumento é relatado para provar que a sua conclusão é verdadeira (em oposição a provavelmente verdadeira), então o argumento é destinado a ser dedutível. Um argumento declarado para mostrar que sua conclusão é provavelmente verdadeira pode ser considerado como indutivo. Para dizer que um argumento é válido basta dizer que a conclusão realmente segue das premissas, isto é, um argumento é válido precisamente quando ele não pode seguir de premissas verdadeiras para uma conclusão falsa. A seguinte definição é mais utilizada:

  • Um argumento é válido dedutivamente se, quando todas as premissas são verdadeiras, a conclusão também é necessariamente verdadeira.

Um exemplo de argumento válido é dado pelo bem conhecido silogismo:

(a) Todos os homens são mortais.
(b) Sócrates é um homem.
(c) Logo, Sócrates é mortal.

O que torna (c) um argumento válido não é o mero facto deste possuir conclusão e premissas verdadeiras, mas o fato da necessidade lógica da conclusão, dadas as duas premissas (a) e (b). Não importa como o universo poderia ser construído, nunca poderia ser o caso que este argumento deveria ter premissas verdadeiras e conclusão falsa. O argumento abaixo contraria:

(d) Todos os homens são mortais.
(e) Sócrates é mortal.
(f) Logo, Sócrates é um homem.

Neste caso, a conclusão (f) inescapavelmente não segue da premissa: um universo é facilmente imaginado no qual 'Sócrates' não é um homem mas uma mulher, de fato que as premissas (d) e (e) devem ser verdadeiras mas a conclusão falsa. Esta possibilidade torna o argumento inválido.

Uma visão padrão é que se um argumento é válido, então ele é um papel da fórmula lógica dos argumentos. Algumas técnicas são empregadas por lógicos para representar uma fórmula lógica de argumento. Um simples exemplo, aplicado às duas ilustruções acima, é o seguinte: Sejam as letras 'P','Q' e 's' simbolos, respectivamente, para o conjunto de homens, o conjunto de mortais, e Sócrates. Usando estes símbolos, o primeiro argumento pode ser abreviado para:

Todos os P são Q.
s é um P.
Logo, s é um Q.

Similarmente, o segundo argumento se torna:

Todos os P são Q.
s é um Q.
Logo, s é um P.

Estas abreviações deixam evidentes a forma lógica de cada argumento respectivo. Neste nível, note que nós podemos falar sobre qualquer argumento que pode tomar uma ou outra das duas configurações acima, substituindo as letras P, Q e s por expressões apropriadas. De interesse particular é o fato de que podemos explorar uma forma do argumento que nos ajude a descobrir se as premissas de uma dada conclusão são válidas ou não. Para isso, definimos uma estrutura de interpretação do argumento como uma atribuição de conjunto de objetos para as letras maiúsculas, e a atribuição de membros individuais de um conjunto para letras minúsculas no argumento do texto. Desse modo, seja P o conjunto dos homens, Q o conjunto dos mortais, e s Sócrates, é uma interpretação de cada um dos argumentos acima. Usando esta terminologia, nós podemos dar a definição de validade dedutiva:

Um argumento é formalmente válido se sua forma é a única de tal modo que todas as interpretações sobre as premissas são verdadeiras e a conclusão também é verdadeira.

Como foi visto, a interpretação dada acima faz com que o segundo argumento tenha premissas verdadeiras e conclusão falsa. Logo, este segundo argumento não é formalmente válido.


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publicado por danielapedrix às 21:36
Terça-feira, 03 de Novembro de 2009

 

            A Verdade ou Falsidade são valores lógicos, a considerar apenas a nível dos juízos e proposições. Esta resulta do facto do conteúdo se verificar ou não na realidade, isto é, se a proposição se verificar na realidade, então é considerada verdadeira; se a proposição não se verificar na realidade, é considerada falsa.
 
            Já a Validade situa-se a nível dos argumentos e raciocínios. Um raciocínio é considerado válido, se a ligação entre as proposições estiver devidamente encadeada, caso contrário (se a ligação entre as proposições não estiver devidamente encadeada), o raciocínio é considerado inválido.
 
Porém, à Lógica apenas interessa a consideração formal dos argumentos, ou seja a lógica formal avalia a forma independentemente do seu conteúdo.
 
É por isso que a verdade e validade são conceitos independentes.
 

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publicado por danielapedrix às 21:33
Terça-feira, 03 de Novembro de 2009

Na lógica, um argumento é um conjunto de uma ou mais sentenças declarativas (ou "proposições") conhecidas como premissas, acompanhada de uma outra frase declarativa que é conhecida como conclusão.

Um argumento dedutivo afirma que a verdade de uma conclusão é uma consequência lógica das premissas que o antecedem.

Um argumento indutivo afirma que a verdade da conclusão é apenas apoiada pelas premissas.

Toda premissa, assim como toda conclusão, - apenas pode ser verdadeira ou falsa; nunca pode ser ambígua.

Em funçao disso, as frases que apresentam um argumento são referidas como sendo verdadeiras ou falsas, e em consequência, são válidas ou são inválidas.

Alguns autores referem-se à conclusão das premissas usando os termos declaração, frase, afirmação ou proposição.

A razão para a preocupação com a verdade é ontológica quanto ao significado dos termos (proposições) em particular. Seja qual termo for utilizado, toda premissa, bem como a conclusão, deve ser capaz apenas de ser verdadeira ou falsa e nada mais: elas devem ser "truthbearers" ("portadores de verdade", em inglês).


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publicado por danielapedrix às 21:29
Terça-feira, 03 de Novembro de 2009

A Lógica Formal, também chamada de Lógica Simbólica, preocupa-se, basicamente, com a estrutura do raciocínio. A Lógica Formal lida com a relação entre conceitos e fornece um meio de compor provasde declarações. Na Lógica Formal os conceitos são rigorosamente definidos, e as orações são transformadas em notações simbólicas precisas, compactas e não ambíguas.

As letras minúsculas p, q e r, em fonte itálica, são convencionalmente usadas para denotar proposições:

p: 1 + 2 = 3

Esta declaração define que p é 1 + 2 = 3 e que isso é verdadeiro.

Duas proposições --ou mais proposições-- podem ser combinadas por meio dos chamados operadores lógicos binários , formando conjunções, disjunções ou condicionais. Essas proposições combinadas são chamadas proposições compostas. Por exemplo:

p: 1 + 1 = 2 e

Neste caso, e é uma conjunção. As duas proposições podem diferir totalmente uma da outra!

Na matemática e na ciência da computação, pode ser necessário enunciar uma proposição dependendo de variáveis:

p: n é um inteiro ímpar.

Essa proposição pode ser ou verdadeira ou falsa, a depender do valor assumido pela variável n.

Uma fórmula com variáveis livres é chamada função proposicional com domínio de discurso D. Para formar uma proposição , devem ser usados quantificadores. "Para todo n", ou "para algum n" podem ser especificados por quantificadores: o quantificador universal, ou o quantificador existencial, respectivamente. Por exemplo:

para todo n em D, P(n).

Isto pode ser escrito como:

\forall n\in D, P(n)

Quando existem algumas variáveis livres, a situação padrão na análise matemática desde Weierstrass, as quantificações para todos ... então existe ou então existe ... isto para todos (e analogias mais complexas) podem ser expressadas.


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publicado por danielapedrix às 21:24
Terça-feira, 03 de Novembro de 2009

Mercantilismo é o nome dado a um conjunto de práticas econômicas desenvolvido na Europa na Idade Moderna, entre o século XV e o final do século XVIII. O mercantilismo originou um conjunto de medidas econômicas diversas de acordo com os estados. Caracterizou-se por uma forte ingerência do Estado na economia. Consistiu numa série de medidas tendentes a unificar o mercado interno e teve como finalidade a formação de fortes Estados-nação.

É possível distinguir três modelos principais: bulionismo ou metalismo, colbertismo ou balança comercial favorável e mercantilismo comercial e marítimo.

Segundo Hunt, o mercantilismo originou-se no período em que a Europa estava a passar por uma grave escassez de ouro e prata, não tendo, portanto, dinheiro suficiente para atender ao volume crescente do comércio.

As políticas mercantilistas partilhavam a crença de que a riqueza de uma nação residia na acumulação de metais preciosos (ouro e prata), advogando que estes se atrairiam através do incremento das exportações e da restrição das importações (procura de uma balança comercial favorável). Essa crença é conhecida como bulionismo ou metalismo.

O estado desempenha um papel intervencionista na economia, implantando novas indústrias protegidas pelo aumento dos direitos alfandegários sobre as importações, (protecionismo), controlando os consumos internos de determinados produtos, melhorando as infra-estruturas e promovendo a colonização de novos territórios (monopólio), entendidos como forma de garantir o acesso a matérias-primas e o escoamento de produtos manufaturados. A forte regulamentação da economia pelo mercantilismo será contestada na segunda metade do século XVIII por François Quesnay e pelo movimento dos fisiocratas.


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publicado por danielapedrix às 20:56
Terça-feira, 03 de Novembro de 2009

O novo vírus da Gripe A-H1N1, que apareceu recentemente, é um novo subtipo de vírus que afecta os seres humanos. Este novo subtipo contém genes das variantes humana, aviária e suína do vírus da Gripe e apresenta uma combinação nunca antes observada em todo o Mundo. Em contraste com o vírus típico da gripe suína, este novo vírus da Gripe A-H1N1 é transmissível entre os seres humanos.
O modo de transmissão do novo vírus da Gripe A-H1N1 é idêntico ao da Gripe Sazonal. O vírus transmite-se de pessoa para pessoa através de gotículas libertadas quando uma pessoa fala, tosse ou espirra. Os contactos mais próximos (a menos de 1 metro) com uma pessoa infectada podem representar, por isso, uma situação de risco. O contágio pode também verificar-se indirectamente quando há contacto com gotículas ou outras secreções do nariz e da garganta de uma pessoa infectada - por exemplo, através do contacto com maçanetas das portas, superfícies de utilização pública, etc. Os estudos demonstram que o vírus da gripe pode sobreviver durante várias horas nas superfícies e, por isso, é importante mantê-las limpas, utilizando os produtos domésticos habituais de limpeza e desinfecção.
 



publicado por danielapedrix às 20:18
Segunda-feira, 02 de Novembro de 2009

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publicado por danielapedrix às 21:42
Aqui vao encontrar os trabalhos que realizei e que mais gostei. São trabalhos que lhe vão despertar a curiosidade de saber mais de algo. Projecto BlogsN-Escola EB23 de Nevogilde
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